“Eu falo o que penso, abro as portas da minha casa, da minha vida,
da minha alma, dos meus medos.
Basta eu ver um sinal de luz recíproca no final do túnel
que mando minhas zilhões de luzes e cego todo o mundo.
Sou demais. Ninguém entende nada.
E eles adoram uma sonsa. Adoram. Mas dane-se.”

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